segunda-feira, 7 de abril de 2008

Quando em Roma, faz como os Romanos..

Depois de algumas semanas de reconhecimento mútuo, parece que Macau já não tem segredos para RP! O tão popular guerreiro aquático, na sua busca incessante de adrenalina, resolveu adaptar-se as circustâncias da vida que o levaram para o Oriente citadino, iniciando-se na pratica de um novo desporto.. Orientado pelo não menos famoso Mr.Miyagi, o novo Jet Li Português resolve arrancar a camisa e a gravata do dia-a-dia arrasando as ruas macaenses! Preve-se a criação de sites de fãs em breve..

sábado, 5 de abril de 2008

Macau Express: "Macau, sempre leal"

Ruínas de S.Paulo, a fachada da nossa presença
Poder-se-à dizer (muitos não terão dúvidas) que o conceito de estado-nação é um conceito artifical, criação motivada por objectivos geo-políticos em determinado momento da história da humanidade. Já quanto ao conceito de povo creio que o mesmo já não valerá. O Homem é um animal social que desde sempre viveu em comunidade, criando laços, desenvolvendo formas de comunicação, hábitos, cultura. É o conjunto de tais vivências comuns que vai definindo um povo ao longo da história. Sortudos os que, como nós, fizeram coincidir o âmbito do povo com aquele do de estado-nação. Com mais ou menos regionalimos, mais ou menos sotaque, falamos todos a mesma língua, chegamos sempre atrasados e somos mestres na arte do desenrascanço.... Tal sorte não tiveram, contudo, os nosso vizinhos ibéricos que vêm o seu estado fracassar na proposta de aglomeração pacífica de vários povos. Deviam pensar nisto os defensores do Iberismo. Se é certo que razões não houve (do ponto de vista geográfico, étnico ou linguístico, exceptuando, claro, a birra do nosso primeiro Afonso com a Senhora sua Mãe) para, desde cedo, tomarmos em nós outro rumo, a verdade é que, hoje, somos um povo distinto dos nossos irmãos espanhois, bascos, galegos ou catalães e não há economia fulgurante que compre a paz da união...
Perguntam vocês, e bem, o que tem isto a ver com Macau. Ora, dos muitos defeitos colectivos que temos o que mais me repugna é a maledicência colectiva de nós mesmos e do nosso país. A queixice. Vejo-a, contudo, compensada, porque tem tanto de racional como pouco de sentimental. Ninguém verdadeiramente sente aquilo que de mal diz e isso acaba por revelar-se nos momentos mais difieis. Aqueles em que "estamos à rasca..." Durante três séculos os defensores do Iberismo rejubilaram, foi o reinado dos Filipes, onde a bandeira hispânica substitui a nossa em todos os locais do mundo. Todos menos um: Macau. Isolado do Império, num canto recondito da Ásia, onde as notícias chegavam meses depois, um punhado dos nossos, desafiando um potencial ataque da temível armada espanhola disse não. À rasca sim, mas com orgulho. Graças a eles, a nossa (não a da nação, a do povo) nunca deixou de voar, por um momento, altiva, num qualquer canto do mundo. Graças a eles esta terra ganhou um epíteto que levou gravado na sua bandeira: "Macau, sempre leal"...

Encontrei esta placa no forte de Macau. É um dos muitos vestígios que, escondidos ou totalmente descontextualizados, me vão rasgando uns sorrisos impartilhaveis. Sentei-me por uns instantes a observá-la. Muita gente passou por ela. Olharam. Quase ninguém a viu. Diria que ninguém a entendeu. Estou certo que só eu a senti...

terça-feira, 1 de abril de 2008

Um concerto brutal no cenário perfeito!

Um concerto brutal... num cenário perfeito....
LUTAN FYAH.... no Teatro Sá da Bandeira (Porto)...

Absolutamente incrível... mas já aconteceu...

Eles andam ai...